terça-feira, 16 de junho de 2009

Guto Lacaz

http://www.gutolacaz.com.br

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Equívoco



terça-feira, 26 de maio de 2009

Sobre meu aniversário


Adeus

Móveis Coloniais de Acaju

Quando eu vivo esse encontro,
Eu digo adeus
Refaço os meus planos
Pra rimar com os seus

Abandono o que é pronto
E digo adeus
Eu trago os meus sonhos
Pra somar aos seus

E toda vez que vier
Felicidade vai trazer
A cada vez que quiser
Basta a gente querer
Ser desta vez a melhor

E toda vez que vier
Felicidade a mais
A cada vez que quiser
Basta a gente dizer
Só uma vez
Uma só voz

Muita coisa passou desde o último, coisas boas e ruins, mas agradeço a Deus por tudo: pelos amigos, pelas conquistas e principalmente por tê-lo ao meu lado.

sábado, 23 de maio de 2009

Sono da razão

GOYA, 1797,Os Caprichos: O Sonho da Razão Produz Monstros; gravura em água forte. Calcografia Nacional, Madrid.

"Razão e imaginação deveriam estar sempre unidas para que ambas não se deixassem levar pelos exageros racionalistas, por um lado, e sensualistas, por outro. Seja em arte, seja nas decisões prática, a racionalidade pura não poderar ir muito longe, sem a sensibilidade que por sua vez pode levar a desastres, enquanto a razão sonha."

texto retirado daqui

sábado, 16 de maio de 2009

Sobre a gripe suina

sábado, 2 de maio de 2009

Encontre o absurdo e ganhe uma paçoca!

"Ao lado do conteudismo dos positivistas que, como Taine, consideram a arte produto do ambiente, dos historicistas que, como Dilthey, a interpretação como manifestação do espírito dos povos e das épocas, dos socialistas que, como Proudhon e Marx, assinalam-lhe uma missão social ou consideram-na como representação da realidade, ou daqueles que como Guyau e por outro lado Nietzsche, vêem-na como suprema manifestação e exaltação da vida, ou dos psicanalistas que nela vêem um caso de sublimação dos instintos, está o formalismo evocado pelas várias poéticas da arte pela arte e da poesia pura, de Poe e Flaubert e a Wilde, os quais, ciosos da autonomia da arte, vêem-na comprometida por toda preocupação do conteúdo e de finalidade não artísticos, a ponto de recomendarem a indiferença pelo conteúdo e a ausência do assunto para firmarem-se sobre puro estilo; ..."

Retirado de "Os problemas da estética" de Luigi Pareyson pág 59. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001

quinta-feira, 23 de abril de 2009

"O sertão é o universo*"

O universo cabe em uma representação? Meu sertão é tão árido e delimitado a esse ponto? Foram as perguntas que saltaram-me a mente quando o professor colou esse texto na lousa.

O que sabemos e somos é tão vasto quanto nossa dimensão de ser, quanto mais se tem consciência do viver mais pleno ele se torna, em contraponto o que o realmente sabemos sobre nós e sobre o mundo?

A grandeza do mundo é infinita embora o tamanho deste seja limitado, explico, o mundo é intelígivel ao homem em sua plenitude, uma vez que não se pode sentir, respirar e entender o mundo em sua "inteireza", este nunca poderá ser representado; ainda mais pelo pobre espírito humano que nunca deixa de enviesar os olhos pelo pensamento.

Alias a grandeza do pensamento humano é comparável a do universo. Tudo que pensamos em apenas um dia, se fosse quantificado, representado ou escrito, chegaria quase ao infinito. Se nem ao menos consegue-se assimilar o sentido e o pensado criados por nós mesmos em um dia, o mundo será um eterno enigma pois nunca o compreenderemos por completo.

Por mais que conheçamos nosso sertão ele sempre será infinito e novo a cada olhar e por isso nunca algo maior que o observador, pois ele sempre o renova com pensamentos e sentimentos novos em relação ao redor, daí a representação do mundo pelo homem ser ele mesmo.

* Frase de João Guimarães Rosa.